sábado, 26 de janeiro de 2013

O Cinema Industrial Norte-Americano


O cinema começou assim, sem grandes pretensões. No seu início os irmãos Lumiére, não tinham dimensão da revolução cultural que estavam iniciando. Hoje pouco mais de cem após a primeira daquela que é considera como sendo a primeira exibição de cinema pago, a sétima arte se ramificou em diferentes gêneros e sub-gêneros e às vezes em uma miscelânia de estilos e liguagens cinematográficas.

Mas, de todas as escolas de cinema, dentre elas as européias, como a Francesa, a Alemã, entre outras tantas, é desse lado de cá do Atlântico que se destacou um Escola de cinema com um característica própria e praticamente copiada mundo afora. Essa escola é a do Cinema Norte-Americano.

Não se sabe, pelo menos até agora, de nenhum outro lugar do mundo onde nos primeiros cem anos da história do cinema um país que tenha produzido tanto cinema como o caso do Norte-Americano.

É algo que está no coração daquela cultural, assim como o o Carnaval é uma manisfestação tipicamente brasileira.

Mas, esse cinema, que começou mudo, fala praticamente todas as línguas do Globo, contando não por acaso com um evento anual, onde os melhores filmes do ano anterior são premiados. Nada mais apropriado para uma indústria que só Brasil no ano passado teve público de mais de um milhão de pessoas (acesse matéria aqui) sendo ainda modesto diante do Gigantismo e da influência do cinema Norte-Americano. 

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